Famílias deixam áreas ocupadas no município

05/12/2012 12:28

Fotos: Joanes Araujo

DESOCUPAÇÃO O processo ocorreu de forma tranquila nas três áreas acupadas
        
            A ação aconteceu logo pela manhã. Por volta das 7h30 a movimentação de viaturas do Pelotão de Operações Especial (POE) chamou a atenção de quem circulava pela rua. 
        A autorização do pedido de reintegração de posse das áreas ocupadas no município foi concedido, através de liminar emitida pela 2ª Vara Cível da Comarca de Bagé, na sexta-feira (30.11). O processo, que se desenrolou de forma pacífica, foi acompanhado pelo coronel da Brigada Militar e comandante do Comando Regional de Policiamento Ostensivo da Fronteira Oeste, Iguaraçu Ricardo da Silva, pela Brigada Militar e o Pelotão de Operações Especiais (POE).
        O prefeito eleito Erone Londero também acompanhou o processo de desocupação. Ele tranquilizou os ocupantes sobre a situação da regularização fundiária no município. Segundo Londero uma das metas de campanha foi o de promover políticas habitacionais. Ele conta que os municípios vizinhos foram contemplados com o programa, e "apenas em Hulha Negra não temos nenhum projeto nessa área. Mas eu vim para garantir às famílias que esta será uma preocupação do governo”, afirma.
 
Relembre
        Um local próximo ao antigo prédio da Companhia Estadual de Silos e Armazenagens (CESA) foi ocupado no dia 24 de novembro. O grupo, na sua maior parte formado por trabalhadores rurais que vieram para o município e agora encontram dificuldades para fixar residência, reivindicava os lotes para fixar residência. 
        Na madrugada de 25 de novembro, cerca de 60 pessoas acamparam em um terreno entre a rua Álvaro Lopes Brasil e a avenida Rio Branco. O terreno foi marcado com barracas e acampamentos improvisados com lonas pretas e madeiras. Em sua maioria, o grupo é formado por filhos de assentados e trabalhadores rurais, e de moradores da sede do município. 
        A ocupação foi pacífica e, segundo a líder do grupo, as famílias não promoverão nenhum tipo de agitação ou desordem "queríamos apenas dialogar com o Executivo". comentou.
        Outra ocupação foi promovida por moradores do bairro da cidade conhecido como Floresta. Os habitantes resolveram ocupar um terreno abandonado a cerca de dez anos com a justificativa de proteger o lugar antes que grupos de assentados ocupem o local. O outro motivo da invasão seria a reivindicação por melhores condições de infraestrutura no bairro.
 
 
 
 
 
 

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